Breve apresentação

António Moura Galrinho nasceu em 1964, em Santarém. Vive em Setúbal desde os cinco anos. Foi professor do ensino secundário durante 27 anos, de disciplinas do âmbito das artes visuais. Dedica-se à escrita, à pintura, à fotografia e ao aikido. É casado e tem um filho.

Cedo mostrou gosto pelas artes visuais, assim como pela escrita, embora a sua produção nestas áreas tenha passado por fases conturbadas, tendo destruído, pouco tempo após concluídas, quase todas as obras que produziu antes dos 20 anos.

Escreveu o primeiro livro aos 11 anos e, a partir daí, diversos poemas e pequenos contos. O período entre os 20 e os 35 anos correspondeu a um interregno na escrita. Contudo, desde 2000, tem escrito regular e persistentemente. Presentemente tem 12 livros concluídos, embora apenas quatro estejam editados; em laboração tem perto de duas dezenas, abordando os géneros romance, novela, conto, poesia e escrita experimental. Na poesia erótica utiliza o pseudónimo J. J. Sobral.

Em 201o foi agraciado com o 2º lugar no Prémio Literário Miguel Torga / Cidade de Coimbra, edição de 2010, a que correspondeu uma menção honrosa atribuída pela unanimidade dos elementos do júri, pelo romance “O homem que fazia círculos”.

Na pintura, a produção passou a ser mais regular e levada mais a sério após a entrada na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, onde frequentou Pintura até ao quarto ano (curso com duração de cinco anos). Foi uma fase que incidiu sobretudo sobre a experimentação de materiais, dividida entre a figuração e a abstração. Destruiu também parte significativa da obra plástica produzida neste período.

Após a saída da ESBAL, a sua pintura envereda especialmente pela figura humana, com destaque para os rostos. Esteticamente sente-se atraído por vários estilos e movimentos, contudo, são as pinturas barroca e expressionista que mais influenciam a sua obra. Neste blogue está reproduzida uma parte da sua obra pictórica.

Na fotografia produz sobretudo registos de arquitetura tradicional doméstica, da cidade de Setúbal e arredores, num projeto que pretende alargar a toda a península de Setúbal.

Pratica aikido desde os catorze anos, de forma ininterrupta. Leva já largos anos dedicados ao ensino e divulgação desta arte marcial. Pratica também zazen, prática meditativa de origem budista.

Dedica-se ao voluntariado cultural em escolas, bares, associações e espaços culturais em geral, dando palestras e participando em eventos sobretudo nas áreas da pintura e da poesia.

Em 2012 foi-lhe atribuída a medalha de honra da cidade de Setúbal, na área da Cultura, pelo seu “contributo em prol da cultura setubalense”.